23 de Setembro de 2006
Mais uma ferramenta de consulta para web developers: montei uma tabela de cores hexadecimais em HTML.
Nessa versão, só as cores web safe. O que isso significa?
Quando a web surgiu, os computadores comuns não exibiam milhaes de cores como agora. A maioria dos sistemas operacionais só trabalhava com 256 cores, o que limitava bastante os tons exibidos na tela.
Assim como a tv, a tela do computador funciona no sitema de cores RGB (red – green – blue, ou vermelho – verde – azul). Para formar cada tom de cor, é feita uma combinação entre esses 3 fatores, que vai de 0 a 255. Por exemplo, a cor branca é representada por (255,255,255); a cor vermelha, por (255,0,0) e assim por diante.
As cores seguras para web são aquelas formadas por combinações entre os números 0, 51, 102, 153, 204 e 255. Em hexadecimal, esses valores se tornam 00, 33, 66, 99, CC e FF. Portanto, qualquer tom de cor formado pela combinação desses valores é web safe.
Na tabela, alguns tons ficam tão parecidos que pareciam repetidos, por isso nem todas as cores possíveis aparecem.
Hoje em dia, os vídeos modernos suportam milhões de cores, então existe uma infinidade de tons diferentes (mais de 16 milhões na verdade – não que nossos olhos diferenciem todas essas tonalidades). Na próxima semana vou escrever um tutorial explicando como converter qualquer cor RGB em hexadecimal para ser usada no HTML.
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22 de Setembro de 2006
Já tenho esse livro há algum tempo e, apesar de ser uma leitura um pouco enjoadinha, recomendo demais para quem está iniciando em qualquer área do design, não só no design gráfico, que é o foco principal do livro.
Meu capítulo preferido é sobre ética, mas também aprendi muito sobre o mercado e o relacionamento com o cliente; afinal, são profissionais selecionados pela ADG Brasil. Sempre dá pra aprender com eles.
O valor do design – Guia ADG Brasil de prática profissional do designer gráfico
ADG Brasil / Editora SENAC, 2ª Edição 2004 – 18 x 25cm, 224p.
Textos: Ricardo Ohtake, Cesar Hirata, Ronald Kapaz, Paulo Gomes de Oliveira Filho, Chico Homem de Melo, Lara Vollmer, Ana Luiza Escorel, Marcelo Aflalo, Cecília Consolo, Márcia Signorini, João Gomes Filho, Rogério Batagliesi, Edna Lucia Cunha Lima, Guilherme Cunha Lima, Marcello Montore e Priscila Farias.
Como é o cotidiano profissional do designer gráfico? Como calcular o preço do serviço de design e como fazer um contrato? Como funciona o mercado? Qual é a ética da profissão? Como se formar e como se manter constantemente atualizado? Este guia responde a essas e outras perguntas que estão na cabeça dos designers gráficos, dos estudantes de design, dos seus parceiros habituais de trabalho e dos usuários dos seus serviços.
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18 de Setembro de 2006
Finalmente criei vergonha na cara e, na versão mais recente do meu portfolio, usei XHTML. Mas, afinal, o que isso significa?
Primeiramente, o XHTML (eXtensible Hypertext Markup Language) foi desenvolvido como um HTML voltado ao desenvolvimento XML. O XML precisa de uma linguagem de formatação mais rígida: quando os navegadores encontram um erro no HTML comum, como uma tag <p> sem o </p>, o erro é “consertado” automaticamente e ainda sim o usuário consegue visualizar a página; já com o XML, um erro desses faz a aplicação parar.
Continue lendo “Migrando do HTML para o XHTML” no InfoWester…
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17 de Setembro de 2006
Acabei de compilar uma tabela com todos os caracteres especiais em HTML: acentos, símbolos matemáticos, alfabeto grego… todos os caracteres que têm um atalho estão nessa tabela.
Como muitos caracteres especiais não têm um “nome” (como & para & e para espaço), também é possível usar ASCII para representar caracteres menos comuns (como ‼ para ‼). Por isso também montei uma tabela de caracteres em ASCII.
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